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Hacker X Cracker: você sabe qual é a diferença entre hacker e cracker?

Hacker e cracker. Muitas pessoas acham que essas designam a mesma coisas, outras tantas conhecem apenas o termo hacker. Para acabar com essa confusão, a Agência RS  fez a distinção dos termos hacker e cracker para você!

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A diferença entre Hacker e Cracker

Segundo o Wikipedia, a diferença entre os hackers e os crackers está na intenção daquela pessoa em fazer algo para o bem ou mal para o sistema em questão. Para não haver dúvidas, mostramos abaixo as definições para cada um.

Hacker

 ”Originalmente, e para certos programadores, hackers são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas, além de terem muito conhecimento em informática. Originário do inglês, o termo hacker é utilizado no português em conjunto com sua grafia lusófona, decifrador.

Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal. Eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hackers serem usuários avançados de Software Livre como os BSD Unix (Berkeley Software Distribution) e o GNU/Linux, fatia esta de pessoas contra o monopólio da informação.”

Cracker

 É o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética. Este termo foi criado em 1985 por hackers em defesa contra o uso jornalístico do termo hacker. O uso deste termo reflete a forte revolta destes contra o roubo e vandalismo praticado pelo cracking.”

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Autor: RS Web Interactive

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2 Comentários

  1. bem explicado, pois serve para o trabalho de escola.

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  2. Prezados:

    Permitam-me uma correção, baseada em meus mais de 30 anos de experiência como profissional da indústria de TI (pode-se dizer que sou da época do modem a vapor…).

    A diferença entre hackers e crackers não está na intenção por trás da ação. A boa ou má intenção que leva à quebra de segurança de um sistema caracteriza, na verdade, a diferença entre os hackers do bem (os “white hats”) e os do mal (os “black hats”). Por exemplo, quando eu altero as configurações avançadas do meu Android, na condição de superuser, eu estou hackeando um sistema, sem que haja qualquer intenção de promover o mal (posso querer alterar a luminosidade do teclado de meu Sony Xperia, por exemplo). A bem da verdade, para ter adquirido o status de superuser eu já tive, necessariamente, que hackear o sistema operacional. Por outro lado, se eu invadir o site de um banco e instalar uma aplicação para captura de senhas, também estou hackeando um sistema, desta vez com propósito criminoso.

    Já os crackers são aqueles que se dedicam a quebrar algum mecanismo de segurança baseado em senhas e chaves. Por exemplo, liberar todas as funcionalidades de um software trial, ou remover a limitação de tempo relativa ao período de experiência, como se o programa houvesse sido legitimamente adquirido. Vem daí o fato de os programas conhecidos como “keygens” (key generators, geradores de números de série) também serem chamados de “cracks”. Uma forma alternativa de implementação de “crack” pode ser a adulteração de dll’s originais, para fazer o software pirata comportar-se como um produto original (para ficar apenas no universo Microsoft).

    Adicionalmente, quando as centrais telefônicas não empregavam tecnologia totalmente digital (eram analógicas, mas não totalmente mecânicas, e usavam frequências sonoras como sinalização de controle), nascia uma outra categoria de “black hats”, esta composta pelos “phreakers” (freaks de telefonia que praticavam hacking e cracking, ao mesmo tempo), que usavam dispositivos geradores de tons (blue boxes) para simular os tons que destravavam gateways para chamadas telefônicas não tarifáveis, ou mesmo permitir o uso de telefones públicos sem a necessidade da introdução de moedas. A esta prática dava-se o nome de “blueboxing”.

    Vê-se, da distinção entre as duas primeiras categorias, que todo cracker é, antes de tudo, um hacker: somente sabendo-se xeretar (hackear) as entranhas de um sistema e/ou programa aplicativo é possível o desenvolvimento de mecanismos que alterem seu funcionamento – tanto para o bem quanto para o mal.

    Em suma, é isso, com um lembrete final, no sentido de que a Wikipedia não é, necessariamente, uma fonte absolutamente confiável de informações; como qualquer pessoa pode editá-la, não é alto o grau de credibilidade de tudo que se lê ali.

    Um forte abraço,

    R Goldbach

    Consultor Senior de TI e Jornalista

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